sexta-feira, 27 de março de 2009

Flexibilização: inutilidade pública

-Um escritor francês escreveu certa vez sobre a importância do trabalho. Julgo de extrema importância o tema, como bem ficou evidente no prólogo de seu livro:
"Enquanto, por efeito de leis e costumes, houver proscrição social, forçando a existência, em plena civilização, de verdadeiros infernos, e desvirtuando, por humana fatalidade, um destino por natureza divino; enquanto os três problemas do século - a degradação do homem pelo proletariado, a prostituição da mulher pela fome, e a atrofia da criança pela ignorância - não forem resolvidos; enquanto houver lugares onde seja possível a asfixia social; em outras palavras, e de um ponto de vista mais amplo ainda, enquanto sobre a terra houver ignorância e miséria, livros como este não serão inúteis”.
Hauteville House, 1º de setembro de 1862

-Dada tamanha relevância ao fato, espero que esse texto seja capaz de mostrar, guardadas as devidas proporções em relação à obra supracitada, que o assunto está longe de esgotar sua discussão e quais são suas peculiaridades no contexto deste inicio de século. "Enquanto os três problemas do século - a degradação do homem pelo proletariado, a prostituição da mulher pela fome, e a atrofia da criança pela ignorância - não forem resolvidos”, debates de temas como estes não serão inúteis.
-Fala-se muito na flexibilização do Direito do Trabalho. Mas o que vem a ser efetivamente esse fenômeno, de onde ele surgiu e porque ele surgiu?
-Antes de tudo, é necessário dizer que o Direito do Trabalho possui duas matrizes. Fontes do qual é extraído. A primeira, produzida por autores distintos dos seus destinatários, por isso mesmo, chama-se heterotutela. Exemplo clássico é a Lei, feita pelo legislador com o objetivo de proteger o trabalhador. A segunda, denominada de autotutela, é produzida pelos próprios agentes a que se destinam. São exemplos os contratos coletivos e as convenções coletivas.
-Desta maneira, poderíamos pensar que qualquer modificação produzida por uma delas, tendo em mente o Princípio da Proteção, que viesse a ocasionar redução nos direitos do trabalhador, seria, de pronto, inválida. Entretanto, esse princípio há de ser interpretado levando-se em conta o dinamismo das relações sociais; é o que diz boa parte dos doutrinadores. Pois o direito, visto que seja produzido para reger as relações sociais, não pode abster-se de adaptar-se a elas, sob pena de engessar o desenvolvimento do povo, seu destinatário. Sendo, pois, a sociedade tanto destinatária quanto fonte viva do direito e, sendo o Direito do Trabalho ramo do direito, evidente está que há de se moldar às situações criadas pelo progresso social.
-Após a 1ª Guerra e a revolução de 1917, os Estados capitalistas perceberam a necessidade da intervenção na ordem econômica, para proporcionar o bem-estar social. Tanto é verdade que o Tratado de Versalhes cuida de estabelecer privilégios ao trabalhador e, mais importante, elabora projeto para a criação da Organização Internacional do Trabalho. Os Estados Unidos da America e a Europa Ocidental ansiavam que seus trabalhadores se inspirassem nos ideais da Revolução Russa, vistas as condições exaustivas e insalubres em que se encontravam.
-Após o arrefecimento do comunismo, não havendo mais motivo para manutenção dessas vantagens, os países do bloco antagônico iniciam um processo de limitação desses direitos. À queda do muro pode somar-se o aumento do preço do petróleo, que além de combustível da Humanidade é matéria-prima amplamente difundida na Indústria. Ocorre a corrida pelo desenvolvimento de novas tecnologias. Todos esses gastos levam a mitigação dos direito trabalhistas, como meio de contrabalancear as despesas. Surge então o processo da união entre os países – os blocos econômicos – com a remodelação das relações de produção e a criação de áreas com mão-de-obra extremamente barata. Concomitante a isso, com o desenvolvimento tecnológico, a especialização e a maquinação da produção atingem seu auge. Resultado:
-Como permitir, então, a diminuição das vantagens trabalhistas, levando em conta o Princípio da Proteção?
-Tal redução implicaria, em último caso, na própria morte do Direito do Trabalho, cuja finalidade é a melhoria da condição social do trabalhador.
-Há os que acham que deve haver uma diminuição desses direitos ou a sua adequação à nova realidade, chamando isso de flexibilização. Outros preferem os termos da “subordinação do direito individual em benefício do direito da coletividade”. Mas o correto seria dizer que a flexibilização é o conjunto de medidas econômicas destinadas a alterar ou extinguir o direito do trabalhador em prol dos interesses econômicos. Quando se fala nas indústrias, por exemplo, a primeira e única alternativa que vem à cabeça do empregador para a redução de gastos é: corte de mão-de-obra. Na cabeça obtusamente imediatista do empresário há quase uma relação de implicância entre as duas situações anteriores.
-O problema é que, um país em que a qualificação, ou a falta dela, pode ser somada a escassez protecionista, inevitavelmente vai chegar a duas situações distintas, ambas ruins. De um lado há a possibilidade de que a economia seja colocada em um patamar acima do direito. Neste caso, sendo uma questão de ausência material de proteção, o resultado é degradante para o trabalhador. Não há sequer normas que o amparem. As péssimas condições podem chegar ao nível de trabalho escravo ou quase escravo. Inúmeros são os exemplos de países subdesenvolvidos nessa situação.
-Do outro lado temos os países em que há ausência formal de proteção. Aqui, a sociedade esconde os interesses econômicos sob um véu de direitos não-aplicáveis.
-Não há que se falar, portanto, em incorporar, no Brasil, medidas economicamente adotadas em países em que a democracia é praticada em seu sentido mais amplo. Acesso à qualificação pessoal.
-É curioso notar que, mesmo nesses países, em tempos de crise, o Estado se faz presente. Como aconteceu em evento recente. Logo, se é necessário apoiar o lado resistente da relação de emprego, sob pretexto de preservar o interesse da maioria, torna-se ainda mais importante apoiar o lado fraco, por ser a própria maioria. Pois se assim não fosse, iríamos cair em evidente contra-senso.
-Abra-se um parêntese, aqui, para citar o exemplo da Espanha, país que mais flexibilizou, e, ao constatar que a flexibilização aumentou o desemprego, logo tratou de (re)adotar normas de proteção ao trabalhador, o que vem fazendo há dez anos.
-A situação do Brasil tem panorama relativamente bom, uma vez que a Justiça do Trabalho luta constantemente para tornar aplicáveis as normas em favor do trabalhador. Dessa maneira, não há que se falar em ausência formal de proteção, vista a eficiente aplicabilidade e fácil acesso a esse recurso de proteção, guardadas, no último caso, as devidas proporções de região para região.
-Porém, não seria a flexibilização uma regressão do estágio em que se encontra o Direito do Trabalho, já que se daria contra seus fins?
-A modificação no Direito do Trabalho pode acontecer de três formas. A modificação de proteção, que seria, em última análise, a aplicação do próprio princípio da proteção, uma vez que visa o aumento dos benefícios trabalhistas. A modificação de adaptação, que seria a retirada de alguns direitos em troca de outros. E a modificação de desregulação, que seria a mitigação de direitos em favor da atividade econômica.
-Ao levar em conta que essas modificações ocorrem por meio da autotutela, em convenções ou acordos coletivos, chega-se à conclusão de que elas são necessariamente de desregulação. Não seriam de proteção, já que o empregador não iria conceder benefícios a toa. Nem de adaptação, uma vez que a troca de benefícios por outros não geraria vantagem alguma ao empresário, já que não acarreta redução de custos. E como sempre há por trás de um acordo um interesse, não haveria acordo, pois que faltaria o interesse de se beneficiar por parte do empregador.
-Talvez a flexibilização, em maior ou menor grau, seja inevitável. Só não se sabe quais serão suas conseqüências. Não é possível negar esse fenômeno. Mas como há quem diga que a história é pendular, dessa forma podemos voltar justamente ao período que deu inicio ao surgimento do Direito do Trabalho. Período da “degradação do homem pelo proletariado”. Período que levou Victor Hugo a escrever Os Miseráveis.

Abrasss

sábado, 21 de março de 2009

Complexo Biosfera 2

Já ouviu falar em Ed Bass? Ed é um ultra-mega-super bilionário que numa dessas de ‘’ desculpa, eu posso, eu sou Ed Bass, hahaha’’ resolveu criar um brinquedinho lá no deserto do Arizona de 150 milhões de dólares. O complexo Biosfera 2 é uma espécie de planeta terra artificial, totalmente fechado, habitado somente por cientistas. Veja, no biosfera 2 tem um deserto, uma savana, um pântano, uma floresta tropical e pra quem tava achado pouco ainda tem um oceano. Uma imitação do Biosfera 1, a Terra.

A idéia inicial era replicar os principais ecossistemas da terra e usá-los para pesquisa, ou seja, gerar dinheiro. Mas sabe o que acontece quando o homem tenta dá uma de Deus? O projeto foi um fracasso, entenda por quê:

• O El Niño entrou em ação nos dois anos do projeto, eliminando um quarto da luz solar na região. Com isso, as plantas não fizeram tanta fotossíntese.

• O nível de oxigênio diminuiu. Treze meses depois do início, ele já era o equivalente ao encontrado em uma altitude de 5 mil metros.

• Beija-flores e algumas abelhas começaram a morrer. Deixaram de polinizar as plantações.

• Porcos atacaram as hortas e, tempos depois, morreram também. Ao todo, 19 das 25 espécies de vertebrados desapareceram.

• A única espécie de pássaro a sobreviver foi um pardal que entrou clandestinamente durante a construção.

• Galinhas botavam poucos ovos e só melhoraram a produção quando passaram a receber uma dieta de baratas (que infestavam o lugar).

• Algas transformaram o "oceano" em uma sopa verde e formigas invadiram o deserto.

• A dieta apertada fez os cientistas perderem, em média, 13,5% do peso.

• Oxigênio precisou ser bombeado para dentro do prédio, o que limitou as possíveis conclusões do experimento.

• Os cientistas não aceitaram que suas pesquisas fossem avaliadas por pesquisadores de fora, despertando a desconfiança da comunidade científica.

Hoje, o complexo é só uma atração turística.

Responda: O que ele deveria ter feito com aqueles 150 milhões de dólares?

a) Ter dado pra mim, claro! Eu tô precisando muuuuito!

b) Deveria ter ido pra lua!

c) Deveria ter jogado pelo avião, já pensou que felicidade ver chuva de dinheiro?

d) Deveria ter aplicado em projetos sustentáveis de perservação da natureza e não em destruição dela.

fontes:http://www.b2science.org/, super


terça-feira, 17 de março de 2009

Enganaste-te na pessoa! Oh miserável!




Quantos passos são necessários para chegar aonde se quer?

Engraçado como sempre procuramos um heroi. Ao vermos nos outros a capacidade de superar os próprios limites, sentimo-nos um pouco mais aptos a superar nosso próprios. Assim como odiamos todos os vilões por nos mostrarem nossos defeitos, adoramos os herois por nos mostrarem nossas potencialidades.

Entretanto, só cada um tem a dimensão do quanto já percorreu. Muitas vezes os pasos são dados no escuro, sem ninguém por perto. Esses são importantes. São até mais bonitos. Quando repetir até a exaustão, sem ninguém ver, se torna prazeroso pelo processo em si, fica-se livre para entender todas as possibilidades possíveis, pois não estamos mais fazendo algo buscando validação externa para constatarmos se aquilo é o certo; estamos fazendo simplesmente por/para nós mesmos, então É O CERTO.

Não confunda autoconhecimento com egoísmo. Pois muitas das vezes, para ajudar o outro é necessário conhecer, no mínimo, como eu posso ajudar. E isso não é possível se não há a vaga percepção das próprias qualidades. É essa noção que dá segurança aos herois para agirem como agem. Sem buscar validação exterior. Inspirados nos próprios instintos.




Uma breve história...

O norte-americano Lance Armstrong, após er sido abandonado pelo pai ainda muito cedo, inicia sua carreira no mundo desportivo. Com apenas treze anos venceu uma prova de resistência para jovens.

No ano de 1992, após ter trocado os tênis por uma bicicleta, Lance termina em último lugar uma renomada competição ciclística na Espanha. Prova esta que viria a vencer três anos mais tarde.

Descobre, então, que tem câncer no testículo e, não bastasse isso, são diagnosticados dois outros grandes tumores, um no pulmão e outro no cérebro.

“Enganaste-te na pessoa ao escolheres um corpo para viver, cometeste um erro porque escolheste o meu”. Disse Lance em uma entrevista, disposto a lutar contra a doença.

Aos 25 anos de idade e após anunciar grave doença, o ciclista, para quem os médicos deram 40% de chance de viver e com quem os patrocinadores recindiram contrato, viu-se obrigado a vender a casa e o carro.

Ao término da quimioterapia, anunciou sua volta às competições. O resultado: sete vezes campeão consecutivo do Tour de France, mais renomada prova do ciclismo mundial. Após esse recorde, atingido em 2005, anuncia sua retirada das corridas.

Hoje luta pelas vítimas da doença com sua fundação Lance Armstrong e tem dois livros lançados, It’s not about the bike e a biografia Vontade de Vencer – A Minha Corrida contra o câncer.





Estou imaginando aqui quantos arremessos, em treinos, Michael Jordan deve ter feito.

Até brevíssimo post!

Abrasss

-There's no trouble in a bubble, babe-

segunda-feira, 16 de março de 2009

Morra...de rir!!!

Todo mundo sabe que rir é o melhor remédio. Encarar a vida com bom humor é uma atitude inteligente. E tem gente que ''sacou'' essa e ganha a vida provocando risos. A santa ciência de provocar a liberação de endorfina parece tão comum como respirar quando quem faz uso dela é Danilo gentili. Prepare-se: você vai morrer de rir.




hahahahaha...hahahaha...as risadas são ótimas!

...Mas que bom em, Nogueira? kkkkkkkkk..quando eu entrei no avião era o mínimo que eu esperava do Nogueira era isso....kkkkkkk!! very, very good! kkkkkkkkkk...

Danilo, adorei seu boné...



Ou a senhora deposita a grana, ou eu vou te dizer um coisa...kkkkkkkkkkkkkkkkkk....

quarta-feira, 11 de março de 2009

E A Bolha apresenta...

É com muita felicidade que A Bolha está no ar. O projeto não é criar o mundo isolado e fantasioso de Alice, mas sim mostrar que o que está dentro da bolha e o que está fora estão em constante processo de transferência, adaptação, interpretação; um reflete o outro. Muitas vezes quer se mudar o que está fora e não se compreende ainda o que fica lá dentro.

O desconhecimento das sombras impede o desenvolvimento das próprias potencialidades.

Já pensou, invés de tentar mudar o que está fora, em aumentar a bolha? Aumentá-la exponencialmente. Aumentá-la de tal modo que ela possa atingir proporções que abarquem tudo o que está ao redor. E aí meu amigo, o resto é história. O mundo cabe dentro de uma bolha!

Está muito abstrato? Vou tentar ilustrar um pouco o processo com algo que conheço...

Há algo fora da bolha, talvez uma imagem, mas se assemelha mais a um som:
escute só o inicio da gravação, só até constatar que se trata da mesma música do próximo vídeo




Então alguém, através de percepções sensoriais (no sentido amplo), capta essa informação. A mensagem, essa luz que vem de fora da bolha, atravessa a fina camada da consciência e sofre uma leve refração. O resultado...





(momento hiper-mega- bolha) Tieeesto rocks! Putz! Viram o tamanho da bolha que ele conseguiu fazer?! E, no entanto, ele sequer estava olhando pra fora dela. Aquilo ali vinha de dentro da bolha _ auto-centrado.

Está certo que os puristas da música clássica irão odiar a comparação. Mas, como dizia um dramaturgo brasileiro, se "toda unanimidade é burra", eu não me importo.

Se você simpatizou com o conceito, acompanhe o andamento do blog. Não precisa entender o que significa A Bolha de forma precisa, muito menos ter uma definição para Ela, já que isso limitaria o conteúdo dos textos. A vaga impressão de que algo nos interessa já demonstra, de alguma forma, que há interesse naquilo.

Portanto, o conceito vai se desenvolvendo com o próprio andamento das coisas. Aliás, elas caminham com as próprias pernas.

Vejo vocês em breve postagem!

Abrasss

-There's no trouble in a bubble, babe-

Uma pequena crítica

Algúem assistiu ao Faustão domingo passado? Eu sim, só pra ver Mallu Magalhães (ah, e a Maria da Inglaterra também-mas hoje o post é sobre a Mallu). Ela já passou pelo Jô, pelo Altas Horas, pelo Caldeirão do Hulk, mas sucesso que é sucesso mesmo tem que passar pelo Faustão. Eu tomei conhecimento dela pela primeira vez por uma propaganda da Vivo em que ela cantava. Fiquei impressionada por que é um dos tipos de música que chama a minha atenção, algo meio indie- pop-rock alternativo conjugado com uma voz doce e suave. Depois disso fui pesquisar no Google sobre quem era a cantora e a descobri; desde então venho acompanhando o trabalho dela. No domingo, o Faustão a perguntou algo meio parecido com isto: e então, você decidiu ser cantora quando? Ela disse que foi aos 15 anos; ao invés de fazer festa de debutante ela pegou o dinheiro e investiu na sua banda. E sabe quantos anos ela tem hoje? 16 anos. Em apenas 1 anos ela se tornou conhecida do grande público; em apenas 1 ano....Daí eu fiquei imaginando que tudo pra ela aconteceu muito rápido; e o que é pior, acho que ela não está sabendo processar isso. Quem vê as entrevistas que ela dá para a imprensa sabe do quê estou falando. Ela não tem maturidade emocional, age como se fosse uma criança . Às vezes fica tão insegura quando vai responder alguma pergunta que não sabe o que responder e quando responde se atrapalha toda, não sabe o que dizer...; a pressão de todos dizerem que ela é um prodígio rouba toda a sua naturalidade; para acolher um elogio é preciso ter reconhecimento da sua própria capacidade e limitações; Cantar é um dom e é o que ela faz de melhor. Tenho a impressão que nem mesmo ela acredita em si quando começa com a quele papo '' o universo cósmico giratório é uma roda e roda pelo sentido horário''( esse exemplo é meu, hehe). Contudo, não se pode negar, ela é um talento, acho que ela veio para ficar. Mas , realmente, vai ter que crescer muito pra se uma artista segura, confiante. Acreditar no que pensa, sem se importar no que os outros vão achar. Existiu um artista mais sem noção que Raul Seixas? O cara era totalmente doidão, mas era tido e ainda hoje é como um inovador, um gênio, uma cantor fora dos padrões, uma cantor marcante. Ele apostava na ideologia dele de olhos vendados. Daí consiste toda a diferença. Abre parênteses, eu adoro Raul Seixas. Não basta ser autêntica por fora( porque ela tenta ser, já notou as maquiagens dela? o estilo dela?). Tem que ser autêntica por dentro.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Iron Maiden: Bruce promete retorno à América do Sul em 2011

O Iron Maiden se apresentou neste sábado (07/03/2009) em Bogotá, na Colômbia, em mais um show da turnê "Somewhere Back In Time", que revisita alguns dos maiores clássicos da carreira da banda.

O setlist do concerto foi o mesmo das apresentações anteriores nessa última parte da turnê. Em determinado momento do show, o vocalista Bruce Dickinson teria afirmado que a banda tem planos de retornar à América do Sul em 2 anos, ao prometer voltar à Colômbia em 2011 com a turnê de divulgação do próximo álbum da banda.

O Maiden chega ao Brasil nesta semana, sendo Manaus a primeira cidade brasileira visitada pela banda nesta parte da turnê, com o show marcado para a próxima quinta-feira (12 de março). O grupo ainda tocará no Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Recife.

Fonte: Whiplash