sábado, 22 de agosto de 2009

Para minha querida Bolha, o melhor: Beethoven

Amantes de música clássica, leigos ( o meu caso) e não leigos. Vocês ao escutarem For Elise de Beethoven se pergutam como pode um ser ter criado tão bela canção?

Imersa em minha ignorância, talvez por falta de estudos profundos sobre, Beethoven para mim é quase uma figura mítica, se não tivessem dados cientificos que comprovassem a sua existência, diria que de fato ele era uma invenção. Um ser totalmente paradoxal. Imcompreensível. Imprevisível. O meu estrabismo é perfeitamente compreensível.

Como pode uma pessoa aparentemente amargurada, aparentemente depressiva, aparentemente indomável ter tamanha sensibilidade? Só uma pessoa que contenha Amor em si pode fazer tamanha obra prima! Fur Elise foi feita em honra à uma Senhora cuja mão foi pedida por Beethoven.

Meu Deus o que são só aparências? São aparências e nada mais.

Mas de uma coisa, arrisco afirmar: Ele seguia as suas paixões. E o piano era uma delas...

Pra vocês :



sábado, 1 de agosto de 2009

Uma BOLHA no espaço

<<Achei a cara do blog, mas enm tanto hehe. Da IstoÉ.>>

Cientistas observam um raro fenômeno cósmico. Ele ajudará a entender a formação dos planetas

A nova descoberta da ciência, no espaço, tem um formato que não há quem não o conheça na Terra - o de uma bolha de sabão. Na semana passada, astrônomos de diversos países festejaram esse fato, pois o estudo dessa bolha cósmica abrirá caminho para se saber como se dá o processo de desenvolvimento das galáxias e, consequentemente, avança-se para se desvendar a formação de planetas. Justifica-se, portanto, toda a empolgação, uma vez que teoricamente se supunha a existência de bolhas como a que foi observada, mas somente agora elas se tornam algo concreto. Chamadas cientificamente de "Lyman-", estimase que existam há pelo menos 11 bilhões de anos e imagina-se que funcionem como um vasto reservatório de hidrogênio aquecido, colorido e brilhante numa "região cósmica" bem mais ampla que a nossa galáxia, a Via Láctea. "Sempre estudamos esse fenôme no no papel. Hoje se inaugura a era da prática", diz o astrônomo Dave Jurasevich, líder da equipe do Observatório Monte Wilson, nos EUA.



Para identificar esse fenômeno os astrônomos se valeram do moderno telescópio Chandra, lançado pela Agência Espacial Americana. "Dispomos de tecnologia que nos auxiliará a compreender como surgem essas bolhas e qual a razão de seu intenso brilho", diz Jurasevich. Os estudos preliminares sugerem que elas possam nascer a partir de buracos negros, que, na medida em que se expandem no universo, promovem poderosas explosões de energia que, somadas àquelas irradiadas pelas estrelas jovens (mais quentes), aquecem o gás hidrogênio que há ao redor. Daí o brilho. "É um espetáculo aos olhos e um estímulo ao cérebro. Demos mais um gigantesco passo para desvendar os mistérios que cercam o nosso planeta", diz o astrônomo.